segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Memórias Postumas de um amor





Eu preciso te dizer
O que não conseguir te falar
Quando estava entre você antes de morrer
Naquele dia frente ao mar.

Quando o sol escureceu
E cobriu a minha face pálida
Com a sombra das nuvens negras
Num dia à tarde.

Eu sempre te amei
Fui fiel a você
Por mais que não demonstrasse amor
Era o meu jeito de ser.

Mais você tornou-se fria
O amor que tinha um dia
Parece que se foi
Junto com a luz do sol
Que bronzeava você.

Eu sempre vou te amar
Mesmo que  você ainda não me ame mais
Que eu tenha sido algo que passou na sua vida
Feito a brisa
A chuva ou vendaval que devastou e sumiu.

Se eu pudesse eu voltaria
E faria tudo o que não fiz
Te faria ver tudo o que não viu
Eu faria tudo mudar
Mais como não sou capaz de fazer isso
Eu aguardo muito ancioso
O dia de te reencontrar.
 
Autor: Rafael Moura

2 comentários:

Anônimo disse...

Amor após a morte...Será realmente possível?
O poema reforça a tese daqueles que acreditam.

Uma eterna romântica. disse...

O verdadeiro amor pra mim é eterno nunca morre, quanta ternura ficou lindo.