Quando passo sob a calçada
vejo uma fumaça densa e escura pairando pelo ar
Quando passo pela calçada
Fico a tirar o folego de quem esta a passar
Não venha me dizer que sou soberbo
Apenas sei a arte de enfeitiçar
Nãe tente me julgar porque bebo
porque até bebado eu sei pensar
E se um dia a minha alma que queima
começar a dançar
saia de perto dela
ou a sua própria consciencia vai torrar.
Não sejas teimosa a ponto de não obedecer a minha voz
pois ela é como os sinos que tocam
calma e bem suave.
Me obedeça como puder
Me obedeça como puder
Só não tente tirar minha máscara
ou eu farei cair todo o seu disfarce.Autor: Rafael Moura
