sábado, 19 de fevereiro de 2011

Aew pessoal!
Como promessa é divida e divida é dinheiro, eu postei os poemas q disse q iria postar!
Demorei um pouco, pois ainda estava criando, estavam fecundando as letras
dentro do meu cerebro, alimentando e cuidando para que ele ele fosse um poema legal no futuro. Hehehe

A Tentação

Mais uma vez
Eu me sinto atormentado
Pelas lembranças dessa vida oportuna

As imagens aparecem
Feito no cinema
Na escuridão de uma sala vazia
 De um filme que só eu mesmo assistiria

Só eu mesmo sei
O que senti, o que passei.
Mas as lembranças me trazem
Algo que enterrei no passado
E jurei que nunca mais lembraria

Era você
Olhando pra mim
Com sorriso nos lábios
E brilho nos olhos delicados e rosto pálido
Pedindo calor numa madrugada fria

Eu era inocente
E passei a ser vitima desse seu olhar traiçoeiro
Feito a rosa das flores se transformando em vermelho de amores
E se convertendo em puro desejo.

Eu comecei a enxergar a verdade e a mentira
Eu já não era somente eu
Agora eu tinha vontades
E desejos que nem eu mesmo sabia que tinha.

Autor: Rafael Moura

Vivendo sem coR


O tempo se passou
E sobrou apenas cinzas
Do que parecia amor

Eu me recordo de todos os dias
Perto de você
Sentindo teus beijos
E olhando dentro dos teus olhos

Dos nossos sonhos compartilhados
O amor que já se tinha plantado
Cresceu, floresceu, multiplicou-se
E foi desmatado pelo ódio.

O que houve com o som dos corações?
Me faz ouvir novamente
a melodia do amor
e dançar ao vento
aquela musica que nunca mais tocou

Venha ao meu encontro
Dentre os campos de rosas negras
Traz a cor para o meu céu
E me faça ver
Que tudo não passou de um sonho
E que breve acordarei
Numa manhã de primavera.

Autor: Rafael Moura

Doce Vampira


Sonhei com a nossa primeira noite de amor
Sonhei com o primeiro dia da nossa vida
Você estava vestida de noite
Seus olhos brilhavam feito as estrelas do céu

Lembro-me do primeiro beijo
Beijo esse que me envenenou
Feito animal peçonhento em busca de acabar com seu medo
Eu como inocente curioso deixei-me ser conduzido pela sua beleza
E fui por você envenenado

Louco de paixão
Sob o delírio do amor
Eu ainda peço
Mais por favor, muito mais.

Se soubesse que esse veneno me faria tão bem
Queria ser eu envenenado todos os dias
Durante a noite ou a madrugada
Morda-me vampira do meus sonhos

Já que não posso te ter
Mata o meu desejo
Mata a minha louca vontade
E mais uma vez
Envenena-me, mais dessa vez com o veneno que me mata.

 Autor: Rafael Moura

Durante a penumbra dessa noite fria
Eu paro pra refletir sobre nós dois
Sentado sob uma janela e vendo a noite
Silenciosa e vazia
Com a sua chuva leve, molhando a rua e cantando sua melodia

O seu cheiro vem até mim
Sobre uma leve brisa
E me faz lembrar o quão bom era ter você perto de mim
Pena que estais tão longe, isso tira a minha alegria

Na sala uma musica toca
E imagens felizes de nós dois vagam no meu pensamento
Só hoje sei que precisava tê-la comigo
Hoje só a sua presença me bastava nessa noite fria

Queria poder te olhar nos olhos novamente
Te recitar um poema de amor
 Sentir mais  uma vez o teu beijo sob os meus lábios
E poder novamente acordar saudando mais um novo dia vivido ao teu lado.

 Autor: Rafael Moura

A Caminho do Sol (The path of the sun)


Mais uma vez nasce um novo dia
E sol vem consigo
Trazendo seu calor
Pra essa vida vazia

Mais uma vez nasce a mim
Nasce uma célula de mim em mim
Morrem varias outras pra mim
E eu vou vivendo assim

 Mais uma vez respirando o ar do mares e da terra
Sentindo o quente e o frio
Achando a paz e provocando a guerra

Mais uma vez soa de mim meus pensamentos
Feito o clarão do sol sob a aurora da madrugada fria
Pensamentos esses que voam em mim e fazem de mim sua fixa moradia

Oh pensamentos meus;
Oh sol do dia;
Se vocês não existissem
Que seria eu?
Quem mais eu seria?

Autor: Rafael Moura

A Saida



Ainda vejo uma luz no fim do túnel
Essa luz viva
Que cobre a escuridão
E me mostra o caminho pelo qual devo seguir

Ainda vejo uma solução
Porque ainda existe uma vida
O que me faz ter a certeza
De que mesmo perdido
Ainda não estou sozinho

Faz tempo que estou aqui
Nunca mais ouvi alguém dizer que me amava
A  roupa do meu corpo sempre a mesma
O tempo aqui se torna tão longo
Parece que nunca passa.

Mas essa luz me chama
Atrai-me
E me faz ter a convicção
De que não importa o tamanho da escuridão
Apenas um feixe de luz
Faz com que essa penumbra se desfaça

Ainda sairei daqui
Retornarei a vida mais uma vez
Ressurgirei feito a fênix
E por mais que o mundo tenha me esquecido
Eu farei melhor

Caindo, levantando, sorrindo,chorando
Assim se faz o teatro da vida
Que assim seja
E assim se faça.

Autor: Rafael Moura

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Opa opa!
Saudações a todos os internautas de plantão!hehe
Galera esses dias não estou tendo tempo sufuciente para criar novos poemas
mas quando eu criar vai sair uns 5 da minha mente
Aguardem!